Café com dor, e fé com alguma dor.
Tudo pulsa, como sempre pulsará. Morre um imperador ou um mendigo, daqui não leva nada. Da pessoa célebre que se foi, ainda falarão, mas cada vez menos e com menos…
Tudo pulsa, como sempre pulsará. Morre um imperador ou um mendigo, daqui não leva nada. Da pessoa célebre que se foi, ainda falarão, mas cada vez menos e com menos…
Quase nunca recordo minúcias dos meus, mormente conturbados e às vezes aterrorizantes, sonhos. Mas dessa vez, e de algumas outras poucas, eu me lembro. Como não acredito em acasos, até…
Deus, como as coisas / pessoas que pareciam eternas ou então eternamente fiéis, elas todas se quebram fácil. Então me chamou a rainha da vida, Solidão Maldita. Já não sou…
“Até que estou indo bem, só apareço, por assim dizer, quando convém aparecer ou quando quero (quero?).” — Renato Russo. “Aceite um café”, digo a mim mesma. Hoje. Alguma coisa…
Foram pouco mais de três anos. Era todo dia 26. Acabou. O café esfriou, a solidão aumentou, aquele vazio inextricável a dois, e não parece que haverá ante isso tudo…